Lourinhã > Ribamar > Valmitão > 18 de Julho de 2009 > Dia de acender o forno a lenha, amassar a farinha, enfornar e cozer o pão de trigo... o delicioso pão de trigo da nossa infância. Ainda hoje há famílias que cozem o seu próprio pão, na região do oeste estremenho, como esta, a família do Ramiro Caruço e a Rosa, meus primos da grande família Maçarico... Voz off de Luís Graça, Alice Carneiro, Ramiro Carruço e neta do casal.
Vídeo (2' 51''): © Luís Graça (2009). Direitos reservados
19 julho 2009
Gente do sul (1): Cozendo o pão de trigo no forno a lenha
12 abril 2009
Páscoa 2009 (3): O fascínio do fogo
Não há Páscoa sem foguetes... E sem fogo, não há alegria no Minho e no Douro Litoral... Mesmo com a crise, cada meia dúzia de foguetes custa a módica quantia de 30 euros...
Quando o compasso chega a uma casa, o fogueteiro sinaliza a sua presença... Os vizinhos, mais à frente, preparam-se, com grande excitação, para a cerimónia...
É uma tradição rica de significado socioantropológico... À noite, da 'varanda' de Candoz assiste-se, de borla, ao espectáculo único da largada de fogo em cada das diversas freguesias circunvizinhas (do Marco de Canaveses: Paredes de Viadores, Passos de Gaiolo...; e de Baião: Mesquinhata, São Leocádia, Grilo, Ribadouro...). Há palpites, críticas, comentários, exclamações... sobre a quantidade e a qualidade do fogo de cada freguesia... E no final há uma vencedora...
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Páscoa 2009 (2): Aleluia, Aleluia, Cristo Ressuscitou!
Candoz > 12 de Abril de 2009 > A visita do compasso pascal... A casa estava cheia de familiares e amigos... Lá fora chovia... mas havia calor nos nossos corações...
Este ano tivemos mais gente de Lisboa: além da Alice, do Luís e da Joana, os seus amigos Arq José Paradela, Dra. Matilde e o seu filho Jorge... (Eles ficaram encantados com a hospitalidade, a espontaneidade e a alegria da nossa gente).
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Páscoa 2009 (1): A visita do compasso
A Páscoa, este ano, foi molhada. O compasso visitou-nos, na 2ª feira, já por volta das 15h... Ao almoço não podia faltar o arroz de forno. O anho, em cada ano que passa, está sempre melhor do que o do ano passado. Graças às cozinheiras que a idade vai apurando. Ou então devido à saudade destes sabores. Chovia. O que não impediu a festa... Os foguetes... A família e os amigos, muitos vindo de longe... O compasso, dizem, é tradição sobretudo minhota e duriense que tenderá a acabar. Discutia isso com o Gusto que, segundo as leituras que andou a fazer, faz remontar a origem do compasso pascal à legislação liberal de 1869 que extendeu a desarmotização dos chamados bens de mão morta aos passais...
A alienação dos passais provocou a pobreza do padre da aldeia. O compasso pascal terá sido uma forma expedita, de iniciativa dos paroquianos, para compenssar a perda de receitas do pároco. As esmolas que as famílias põem no saco do compasso, no final da visita, reverteria originalmente para o bolso do padre....
As coisas hoje já não são exactamente assim... A visita pascal é um pretexto também para a afirmação social, o exibicionismo dos vizinhos e parentes mais ricos, que são capazes de gastar uns bons contos de réis em foguetório... Mesmo com crise, este ano, o fogo esteve à altura da tradição...
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31 março 2009
As nossas comidinhas (3): as papas de sarrabulho
Candoz > 12 de Outubro de 2006 > Depois da matança do porco, fazem-se as papas de sarrabulho... A Tia Nitas explica tudo direitinho...
Video: Luís Graça (2006)
29 março 2009
As nossas comidinhas (2): o arroz de forno ou de anho
27 março 2009
As nossas comidinhas (1): O pito da Maria
23 março 2009
As nossas árvores (1): 'Não boteis essa cerejeira abaixo"
Candoz > 26 de Abril de 2008 > Uma cerdeira especial... Há uma relação de amor com as árvores, cada uma tem a sua história... Aqui o Zé conta-nos uma história que é também uma questão de fé... Diálogo entre dois cunhados, o Zé e o Luís...
Video: Luís Graça (2008). Direitos reservados
01 março 2009
Adivinhem quem faz anos hoje ? O nosso Gusto, co-editor deste blogue, gestor de Candoz, 'mais que tudo' da Nitas, bom cunhado e melhor amigo


Candoz > Setembro de 2008 > Serviço é serviço, conhaque é conhaque... Nada é deixado ao acaso antes das vindimas... Nem depois... Leva tudo a sério, mas também é capaz de ser descontraído, bem humorado, afável e brincalhão... Fotos: Luís Graça (2009)
Aqui vão uns versinhos de parabéns para o Gusto que faz hoje 62 anos ("bem passados, como o bife")... Gostava que fosse a Nitas lê-los, mais logo, ao seu "mais que tudo", no dia da sua festa, depois de saltar a rolha do espumante e de se fazer o chim-chim da praxe...
Em nome de todos nós, a família, os cunhados e as cunhadas, os sobrinhos e as sobrinhas, os amigos e as amigas, de Lisboa, do Porto, de Matosinhos, de Paredes, da Madalena, de Candoz, de todo o lado... De Lisboa, os de mais longe, aquele chicoração especial, dos cunhados Alice e Luís e dos sobrinhos Joana e João (LG):
Contra a colite ulcerosa
O doente tem que ser velhaco,
É uma doença merdosa,
Vou lixá-la com o tabaco.
Já deixara o cigarrito,
Um dos meus poucos vícios,
Agora cá o Gustito
Não lhe vê só malefícios.
A úlcera está curada,
Foi o combate de uma vida,
Uma autêntica cruzada,
Uma luta desmedida.
Se eu já me reformei,
Haja saúde e… caroço,
Trabalhei que me fartei,
Desde menino e moço.
Sou uma espécie em extinção,
O homem dos sete ofícios,
Já toquei acordeão,
Só nunca fui a... comícios.
O Porto é a minha cidade,
Mas trabalho que nem um mouro,
Em Candoz, de sociedade,
Tendo ao fundo o Rio Douro.
Só não sou um hortelão
Nem cavador de enxada,
P'lo tractor tenho paixão
E na poda sou um espada.
Estou sempre na bricolagem,
Não sou tipo de estar parado,
E, mesmo quando em viagem,
Não me ponham atrás, sentado.
Não sou lá muito efusivo
Na expressão dos sentimentos,
Se puder logo me esquivo
Quando vejo ajuntamentos.
Sempre de Dragão ao peito,
Sou treinador de bancada,
P’ró que tenho menos jeito
É a conversa fiada.
Estou mais velho, c’um carago...
Há a família que adoro,
Meus filhos Filipe e Tiago,
Mas só com a Nitas moro.
A vida é uma autoestrada
Que só tem uma saída,
Quanto mais acelerada,
Maior risco de ser mal vivida.
A Nitas vai-me aturando
Nestas longas caminhadas,
Ora gemendo e chorando,
Ora dando... umas gargalhadas.
Já lá vão sessenta e dois,
- Como o bife, bem passados -
Vivo o agora, e o depois...
Logo se vê, meus cunhados!
Texto e vídeo (3' 48''): © Luís Graça (2009). Direitos reservados
24 fevereiro 2009
A nossa grande família, agora mais rica, com o nascimento do Joãozinho, 3º filho da Susana e do Flávio
Daqui vão os nossos parabéns à família, à Susana, Flávio, Nuno e Rui, agora aumentada e melhorada com a entrada do Joãozinho... É uma equipa de respeito, quatro machos e uma... carneira. Que Deus os proteja! E que o leitinho nunca falte ao Joãozinho, para ele crescer e... a gente a ver.
Fotos: Luís Graça (2009)
23 fevereiro 2009
O Dr. João Graça faz o Juramento de Hipócrates (III)
III Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa, V Congresso do Médico Interno e XIV Congresso Nacional de Medicina (Lisboa, 19 a 21 de Fevereiro de 2009) > Centro de Congressos de Lisboa > 20 de Fevereiro de 2009 > Cerimónia do Juramento de Hipócrates, feito pelos mais de 400 novos médicos, inscritos na Secção Regional do Sul da Ordem dos Médicos (*). Na mesa, presidida pelo Bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal, Dr. Pedro Nunes, e tendo ao seu lado esquerdo a Dra. Isabel Caixeiro, presidente da Secção Regional do Sul, estavam presentes, além de dois antigos bastonários portugueses (Drs. Gentil Martins e Germano de Sousa), os bastonários da Ordem dos Médicos de Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique.
Vídeo (1' 28''): Alojado em You Tube > Nhabijoes.
Vídeo: © Luís Graça (2009). Direitos reservados
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(*) Vd. postes anteriores
20 Fevereiro 2009 > O Dr. João Graça faz o Juramento de Hipócrates (I)
23 Fevereiro 2009 > O Dr. João Graça faz o Juramento de Hipócrates (II)
O Dr. João Graça faz o Juramento de Hipócrates (II)
III Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa, V Congresso do Médico Interno e XIV Congresso Nacional de Medicina (Lisboa, 19 a 21 de Fevereiro de 2009) > Centro de Congressos de Lisboa > 20 de Fevereiro de 2009 > Actuação da Tuna Médica de Lisboa, que antecedeu a cerimónia do Juramento de Hipócrates, feito pelos mais de 400 novos médicos, inscritos na Secção Regional do Sul da Ordem dos Médicos (*).
Vídeo (3' 11''): Alojado em You Tube > Nhabijoes. Em caso de dificuldade no visionamento, clicar aqui: assistir em alta qualidade
Vídeo: © Luís Graça (2009). Direitos reservados
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(*) Vd. poste anterior > 20 Fevereiro 2009 > O Dr. João Graça faz o Juramento de Hipócrates (I)
20 fevereiro 2009
O Dr. João Graça faz o Juramento de Hipócrates (I)
O Presidente da República, Cavaco Silva, presidiu, no Centro de Congressos de Lisboa, à Sessão de Abertura do III Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa, proferindo uma intervenção. Esteve também presente a Ministra da Saúde, Ana Jorge (que foi pediatra do João e amiga de framília) > Centro de Congressos de Lisboa, 20 de Fevereiro de 2009 > Cerimónia do Juramento de Hipócrates de mais de 400 novos médicos, recém inscritos na Secção Regional do Sul, da Ordem dos Médicos.
Fotos: Luís Graça (2009). Direitos reservados.
14 fevereiro 2009
Quando on n' a que l'amour / Quando não há senão o amor
Fotos e texto: © Luís Graça (2009). Direitos reservados.
Para todo(a)s o(a)s namorados(a)s do mundo, em geral,
E o(a)s da grande família Carneiro, em particular.
E muito em especial,
Para a Chita(que tinha, há trinta e cinco anos,
Jacques Brel entre os seus músicos e poetas preferidos)
Quand on’a que l’amour
(por Luís Graça, inspirado em Jacques Brel *)
Quando não há senão o amor,
Para se dar, em partilha,
Dia a dia,
Milha a milha,
Nesta grande viagem
Que é a vida,
E cujo roteiro ninguém sabe de cor.
Quando não há senão o amor,
Eu e tu,
Meu porto,
Minha ilha,
Para que cada dia, cada hora,
Estoire como um foguete
Em feérica alegria selvagem.
Quando não há senão o amor,
A ternura,
A música,
A poesia,
Como único lembrete,
Como única riqueza,
Como única certeza,
Como única fonte certa de alegria,
Para se viver,
Aqui e agora.
Quando não há senão o amor,
Como frágil razão,
Como Nau Catrineta,
Como rota incerta,
Como fraco álibi,
Como irónica canção,
A opor ao absurdo da guerra e da morte.
Quando não há senão o amor,
E a compaixão,
Para vestir amanhã,
Contra o frio do vento norte,
Com mantos de ouro e fina lã
Os que nunca tiveram sorte.
Quando não há senão o amor,
E a amizade,
Para aquecer o coração
E cobrir de azul, sol e liberdade
Os muros sujos
E feios
Da cidade.
Quando não há senão o amor,
Para fazer calar os canhões,
E abafar os tambores
Dos que na guerra ganham milhões
E da morte são os senhores.
Quando não há senão
Os amantes,
Os amigos,
Os músicos,
Os poetas,
Para que a esperança tenha um hino
E venha contrariar o destino.
Quando não houver,
No mundo,
Outra força que não o amor,
Então poderemos morrer,
Em paz,
Com a sua doce lembrança;
Então da morte seremos
Os triunfadores,
E da vida
Os verdadeiros conquistadores.
Luís Graça
(*) Para ouvir a canção original, de 1956, na voz do poeta e músico Jacaques Brel (1929-1978), clicar aqui (letra e música).
Madalena, 24 de Dezembro de 2008 /Alfragide, 14 de Fevereiro de 2009
09 fevereiro 2009
Ano de nevão... ano de pão (provérbio popular): Fotos do Meco
Imagens seleccionadas e editadas por L.G.
Vd. também poste do Tio Gusto > 14 de Janeiro de 2009 > A neve também chegou a Candoz
30 janeiro 2009
Adivinhem quem faz anos hoje ? O nosso Miguel Barbosa...
Capa da agenda 2008, da revista Pais e Filhos (Pormenor). Autora: Joana GraçaUm chicoração para o Miguel, com 300 quilómetros de comprimento, tanto quanta a distância (apenas física) que nos separa entre Lisboa e Porto... Parabéns pelos teus 33 anos! Que capicua! ... Que sejam 33 anos, felizes e criativos para o nosso designer...
Dos primos e tios de Lisboa: Joana, João, Luís, Alice.
Luís Graça: o artista quando jovem (Lourinhã, 1947)
29 janeiro 2009
Adivinhem quem faz anos hoje ?...O nosso Luís !
Pois é. Faz hoje 62 anos que nasceu o criador, editor e impulsionador do nosso Blogue. Para além de cunhado e tio, ele é o amigo sempre presente, o nosso poeta, o repórter fotográfico sempre com a máquina em posição para fixar todos os momentos que em comunhão temos vivido quer na nossa quinta, quer nas várias ocasiões de lazer que juntos temos passado,
Ele é para nós aquilo que a sua cunhada Nita bem expressa ao dizer que ele é um AMOR, um QUERIDO.
Falta-nos a veia para nesta altura aqui inserirmos umas quantas quadras alusivas a este momento e que bem merecia por tantas que nos tem presenteado nas várias ocasiões mais festivas. Não nos falta contudo a nossa sincera amizade, o nosso reconhecimento por tanta manifestação de carinho e atenção que nos tem dedicado nos bons e maus momentos. A sua sensibilidade, a sua disponibilidade para com todos deixa-nos, por vezes, frustrados por não sabermos corresponder da mesma maneira, por muito que tentemos.
PARABÉNS!!! Com amor e carinho. Os cunhados Nita e Gusto, os sobrinhos Filipe e Tiago que muito te admiram.
Texto e fotos: Augusto Soares(2008). Direitos reservados.
21 janeiro 2009
Adivinhem quem faz anos hoje ? O João, outro dos nossos médicos...

Caricatura de João, no livro do Curso de Medicina de 2002/2008, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (FCM / UNL). (Cartoonista: Rui Duarte) (Com a devida vénia...).
O João faz hoje 25 anos... Filho da Maria Alice e do Luís Graça. Vive em Alfragide. Está a fazer o ano comum do internato médico no Hospital de São Francisco Xavier / Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE.
À minha mãe, ao meu pai, à minha mana, aos meus avós,
e aos meus amigos, mais que mil,
tantos que não cabem aqui todos,
mas que eu gostaria de rever
no dia em que faço um quarto de século!
Às vinte e três, trinta e três,
De mil nove e oitenta quatro,
Nascia eu, bela rês,
De normalíssimo parto.
Quatro quilos mal pesados,
Cinquenta e um de comprido,
Meia dúzia de criados,
E eis um rapaz bem parido.
Bem parido e melhor tratado
P’la mão de futura ministra;
P’ra me mostrar obrigado,
Fiz-lhe uma coisa sinistra.
Sinistra, é um exagero,
Com a bexiga apertadinha,
Logo disse: “Eu cá, não espero”,
Aí vai uma mijinha…
Coitada da minha mãe,
Ali deitada, indefesa,
Que foi vítima também
Desta minha safadeza.
Privado é o hospital,
Aquário meu signo é,
E meu país Portugal,
Só mais tarde CEE.
Não me faltou o carinho,
De amigos, mais de mil,
Nem o meu o pai, queridinho,
Tudo gente de Abril.
Em casa fui recebido
Como um peludo ursinho,
Mimado, mais que lambido,
P’rá Joana, era o fofinho.
Ao apelido Carneiro,
Não achei grande graça,
Na escolinha era o primeiro,
Mas, lá fora, de má raça.
Chamavam-me João Mé-mé,
Por troça ou brincadeira,
À dentada e a pontapé,
Geri o conflito à maneira.
Vesti o bibe da creche,
No INSA era um senhor,
Até mordi, ao que parece,
O neto do director!
Lembro a Helena Munhoz
Que foi minha educadora,
Mas um dia ela e nós,
Foi-se tudo dali embora.
No Bairro de São Miguel,
Estudei com a Rosa Ralo,
O primeiro dia foi fel,
Custou muito a amargá-lo.
Da escola C mais S
Tenho muita saudade,
Ou o Garret não fosse
O meu prof da liberdade.
Em Alfragide, onde moro,
Tenho amigos do coração,
Tenho a Rita, que namoro,
E mais alguns que aqui estão.
Dou um salto até ao Camões,
Já a tocar violino,
Lá fiz mais amigalhões,
E decidi meu destino.
O resto da minha história
Não vou pô-la na praça,
É futura memória
Do senhor doutor João… Graça.
Vai a última quadrinha,
A minha querida mãezinha,
A quem devo este Natal.
A ela faço homenagem,
Ao quilómetro vinte e cinco
Desta terrena viagem:
Às vezes choro, e outras… brinco.
Obrigado, Dona Alice,
Do coração, cá do fundo,
Acho que nunca te disse:
És a melhor... mãe do mundo!
(Versos de L.G., lidos na festa de anos do João,
Alfragide, 21 de Janeiro de 2009)
15 janeiro 2009
Madeira: A tia Nitas e o passarinho... Uma terna lembrança em dia de aniversário
Um recuerdo no dia em que faz aninhos... Com chicoração da mana Alice, do cunhado Luís e dos sobrinhos Joana e João. Daqui até aos 100 anos é sempre em frente, tia Nitas - diz o João que está hoje de serviço, no Hospital São Francisco Xavier, a sua nova casa nos tempos mais próximos...
Fotos: © Luís Graça (2009). Direitos reservados.
2. Os versinhos... de 2002
Nesse tempo ainda não havia o blogue... Aqui ficam as quadras que escrevemos, para a tia Nitas, há sete anos atrás, neste dia especial... As palavras que escrevemos continuam a ser sentidas e a fazer sentido... Parabéns, mana, cunhada, tia, amiga!
Viva a senhora engenheira,
Em química diplomada,
No trabalho é a primeira,
Em tudo é muito prendada.
Em tudo é muito prendada,
A começar p’lo amor;
É feliz e bem casada
Co’um sortudo dum doutor.
Co’ um sortudo dum doutor,
Danado p’ra trabalhar;
Ele, bom pai e gestor,
Com ela faz belo par.
Com ela faz belo par,
A nossa querida Tia,
Parabéns lhe vamos dar
Por ser hoje o seu dia!
Por ser hoje o seu dia,
Dia quinze de Janeiro,
Fiz-lhe esta poesia,
Eu, a Joana Carneiro.
Eu, a Joana Carneiro,
Não lhe vou tocar um hino;
O João é mais porreiro,
Vai-lhe tocar violino.
Vai-lhe tocar violino,
P’ra animar o serão;
A Alice toca o sino,
E fala com o coração.
E fala com o coração
O Luís, para lhe dizer:
“Nitas, aquele abração!,
Muita força p’ra viver!”
Lisboa, 15 de Janeiro de 2002
Hoje faz anos a nossa Nitas!,
Mais que mana, cunhada e tia, aquela amiga de todos os bons e maus momentos da nossa vida. De Lisboa com amor a pensar em vocês todos, a Nitas, o Gusto, o Luís Filipe, o Tiago…
14 janeiro 2009
A neve também chegou a Candoz.
As pessoas mais idosas não se recordam de verem , neste local, tanta neve acumulada por todo o lado, como se verificou neste dia.
As imagens que se seguem foram tiradas por volta das 9 horas da manhã do dia 10 de Janeiro de 2009 quando a temperatura ainda rondava os 3 Graus Negativos.

Texto e fotos: Augusto Soares(2009). Direitos reservados.
07 janeiro 2009
Adivinhem, quem faz anos hoje ?... O trintão do Lucky Luke
Porto > R Joaquim Pires de Lima > c. 1981 > O nosso Luís Filipe (para os amigos, o Lucky Luke da banda desenhada), sentado à esquerda da prima de Lisboa, a Joana. (LG)Texto e foto: © Luís Graça (2009). Direitos reservados.
P’la Susana agarrado,
A partir d’ hoje trintão,
Felizardo e… já casado.
Já casado, sem papel,
Mas com toda a garantia,
Vive num favo de mel,
E amanhã em moradia.
Lucky Luke, meu herói,
Diz a Polly, com verdade,
Se alguma coisa te dói,
Não é por culpa da idade.
Não tendo nascido loiro,
Quem te vê e quem te viu,
Diz que és menino de oiro,
E que a sorte a ti sorriu.
Teu farol, tua estrelinha,
Brilhará p’la vida fora,
Seu nome é Suzaninha,
E contigo hoje mora.
Singela é a homenagem
Que a gente daqui te faz,
Se a vida é uma viagem,
Nunca olhes para trás!
Dos tios Luís e Alice
e dos primos Joana e João,
de Lisboa,
com muitos chicorações
para o Lucky Luke & para a Polly,
o par-modelo do ano de 2009.
