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21 janeiro 2012

Adivinhem quem faz anos hoje ? O nosso João...da Graça Henriques Carneiro





Nasceu há 28 anos. 
No Hospital Particular de Lisboa
(De quem se dizia que o melhor 
Era ficar junto à Maternidade Alfredo da Costa).
 Às 23h33.
Um rapagão.
4 quilos, 51 cm.
Foi o segundo filho da Alice & e do Luís.
A mamã estava rodeada 
De vários médicos e bons amigos,
Mas já tinha 38 aninhos.
Foi o seu segundo parto, 
Muito mais fácil que o primeiro, o da Joana.
Os papás, babados, 
Ficaram superfelizes com o casalinho,
Uma Joana e um João.
E lá foram, as criancinhas, à sua vida.
O João, com um aninho,
Entrou para o Infantário,
do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge
(Mais conhecido como INSA),
Ali ao lado do trabalho do pai.
Lá teve as melhoras educadoras de infância
De Lisboa e Vale do Tejo,
Que todos recordamos com gratidão.


Do baú das recordações desse tempo,
Fomos buscar três bonecos
Do artista quando jovem.
Não deveria ter mais do que 3 ou 4 anos.
Os bonecos não estão assinados nem datados.
Mas podem ser objeto de análise de conteúdo.
Mais diria  que são 
Um verdadeiro Teste de Aperceção Temática.
O que revelam ou revelavam, então, os bonecos,
Do ponto de vista do padrão motivacional
Do futuro músico e médico ?
Tirando o terceiro (e último), 
Que é uma homenagem ao pai, 
Barbudo, pedagogo,
Que o levava à escolinha 
E o trazia todos os dias,
O João tinha já uma irresistível tendência
Para a música clownesca, klzemer,
E para os chapéus, pretos...
Não se percebe muito bem
Qual o instrumento que o artista virá a tocar...
Mas o violino aparecerá depois,
Fruto de uma viagem dos papás à Irlanda.
O que importa sublinhar,
Para a história,
É que este é premonitoriamente
O princípio fundador... dos Melech Mechaya!


Meus senhores e minhas senhoras,
Amigos e amigas do João,
Resta-nos saudar o jovem
Que, não tendo seguido as belas artes,
Continua a ser artista,
De corpo e alma,
Cuidando dos corpos e das almas dos outros,
E transmitindo-nos a ideia-força
De que a vida é bela
E que vale a pena ser vivida!


L.G., pai da criança, pedagogo. (*)

____


(*) Etimologicamente falando, "o escravo que leva, pela mão, a criancinha à escolinha"... A palavra pedagogia vem do grego antigo: paidós (criança) + agogé (condução)...

24 agosto 2010

As primas do Marco vieram a Lisboa, ao CCB, ver os Melech Mechaya, na 4ª edição do Festival CCB Fora de Si 2010 (2)



Lisboa > CCB - Centro Cultural de Belém > Praça do Museu > Os Melech Mechaya, na 4ª edição do Festival CCB Fora de Si 2010 (16 de Julho a 29 de Agosto), 22 de Agosto de 2010, 22h00...

Vídeo ( 59''): Luis Graça (2010). (Gravação com permissão do grupo...). Alojado em You Tube > AliceDeCandoz






Vídeo (3' 17''): Luis Graça (2010) (Gravação com autorização do grupo...)

As primas do Marco vieram a Lisboa, ao CCB, ver os Melech Mechaya, na 4ª edição do Festival CCB Fora de Si 2010 (1)



Lisboa > CCB - Centro Cultural de Belém > Praça do Museu > Os Melech Mechaya,  na 4ª edição do Festival CCB Fora de Si 2010 (16 de  Julho a 29 de Agosto), 22 de Agosto de 2010, 22h00...

Vídeo (3' 57''): Luis Graça (2010). (Gravação com permissão do grupo...)




A tia Alice observando o cartaz á entrada do CCB - Centro Cultural de Belém... Festival CCB Fora de Si 2010, na Praça do Museu, 22 de Agosto de 2010, Domingo, às 22h00,  espectáculo com os Melech Mechaya onde toca (violino) (e canta e encanta o primo João)...

"Melech Mechaya é uma viagem festiva pela música klezmer (música tradicionbal judaica) que reúne ainda a energia da música balcânica, a cadência dos ritmos ciganos e a elegância das sonoridades árabes"...



O palco do espectáculo, CCB, Praça do Museu... por volta das 21h00

Actuação do grupo, que tocou músicas conhecidas do seu disco Budjabá e um novo tema, da sua criação

Um aspecto (parcial) da assistência... 

O Meco, a Mariana e a Vera... Em segundo plano, a Inês... A escala de Lisboa é outra, queridas primas...


As primas, a Mariana e a Inês, mais o pai, o Meco; em segundo plano a tia Alice (que vive em Alfragide)... Tudo o mundo dançou que se fartou...Mas o fotógrafo não registou esses momentos porque estava a gravar o espectáculo...



A tia Alice com um casal de amigos, o Fernando e a Goretti (que costumam passar férias na Lourinhã)

Fotos (e legendas): © Luís Graça (2010). Todos os direitos reservados


01 janeiro 2008

Uma noite memorável dos Melech Mechaya no Porto: Contagiarte, 7 de Dezembro de 2007







Foi uma noite que ficará na memória do nosso João e do seu grupo musical, os Melech Mechaya... Os meus amigos, cotas como eu, que foram comigo adoraram... A malta nova era capaz de ficar a dançar toda a noite, se o chão do bar aguentasse e os Melech Mechaya tivessem todo o tempo do mundo...

O João (e o seu grupo) teve o apoio dos primos, dos tios e dos amigos do Porto (1), o que foi muito simpático... Sei que eles gostaram muito, mesmo que a actuação do grupo tenha começado e acabado muito tardiamente. Até o tio Zé adorou, misturado com toda aquela malta nova, fixe, onde se misturam estudantes portugueses e estrangeiros, do Erasmus, e alguma fauna noctívaga do Porto underground... Os primos, que tinham algumas reservas iniciais em relação ao bar (Contagiarte) - que eles achavam um pouco... chunga - acabaram por rectificar a sua opinião... Afinal, o ambiente é simpático e o festival Etnias é uma aposta para continuar...

Parabéns ao líder do grupo pela empatia que consegue manter com o público... O nosso João, por seu vez, mostrou-se descontraído e inspirado, não se intimidando com a proximidade de um público, jovem, entusiasta, em cima dele... A sala, de facto, não tem condições para este tipo de música que é altamente contagiante, dançável, festiva, alegre... Parabéns, João, parabéns aos teus amigos...(LG)
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Nota de L.G.:

(1) Vd, post de 15 de Novembro de 2007 > A banda do primo João, os Melech Mechaya, vem actuar ao Porto, dia 6 de Dezembro, no âmbito do Festival Etnias