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08 setembro 2009
Adivinhem quem faz anos hoje ? O nosso Zé, o mano mais novo...
Vídeo (7' 29''): © Luís Graça (2009). Direitos reservados
Candoz > 2 de Setembro de 2009 > Plantando as pencas que hão-de ser comidas pelo Natal... É o segundo campo que o nosso hortelão faz no espaço de uma semana... Uma conversa filosófica (sobre a vida, a doença, a morte, o amor da terra, o trabalho...) com o nosso mano mais novo que, no dia 8 de Setembro, faz 61 aninhos... Dia da festa do Castelinho... O ano passado a nossa prenda foram uns versinhos, quando ele entrou para o Clube dos SEXA (Suas Excelências)... Quisemos hoje fazer-lhe uma surpresa, com este vídeo (não editado nem censurado)...
Ele é um rico mano (que o digam o António, a Rosa, o Manel, a Chita, a Nitas...), um bom pai (Pedro, há alguma reclamação a fazer ?) , um avô baboso e babado (pelo menos quando fala do neto...), um esposo dedicado (confirmas, Teresa ?), um genro de cinco estrelas (não é Dona Olinda ?), um cunhado de que todos gostamos muito (o Luís, o Gusto, a Mi, a Graça, o Quim...), um sócio impecável do nosso turismo rural (só investe, não recebe dividendos), um homem dos sete ofícios (de picheleiro a trolha, de técnico de gás a hortelão, de limpa-bordas a lenhador...).
Enfim, quem tem um Zé tem tudo. Ele é um mouro de trabalho... Ele anima a nossa mesa, à hora das refeições, é jovial, bem disposto, generoso, ingénuo, simples, humilde, franco... E gosta do falar o linguajar chão, puro, autêntico, da nossa terra... Quem o ouvir falar, e for sensível de ouvido, julga que ele o faz por provocação ou má educação... Mas, não, ele é o melhor e o mais puro de todos nós...
Parabéns, Zé! Que a auto-estrada da vida te leve, no mínimo, até aos 100, pelo menos com o mesmo gás com que tens vivido e trabalhado... Cuida de ti e do teu esqueleto!
Um grande chicoração das manas e cunhados, teus queridos sócios neste projecto da Quinta de Candoz que nos anima há duas dezenas de anos: Rosa e Quim, Nitas e Gusto, Alice e Luís.
29 agosto 2009
Os frutos do nosso trabalho...
Vídeo (1' 27''): © Luís Graça (2009). Direitos reservados
Dizem os estatutos que "eles e elas" são uma bela irmandade, e que distribuem, entre si, e entre a demais família e os amigos, com sentido de equidade e generosidade, os frutos do seu trabalho... Não há distribuição de dividendos, apenas de frutos da terra e muitos afectos...
(...)
6
É uma bela irmandade
De manos e de cunhados;
Exemplo de humildade
P'ra ricos e remediados.
7
P’ra ricos e remediados,
Qu’ eles pobres todos são;
Às vezes andam zangados
Mas pelo dinheiro, não!
8
Mas pelo dinheiro, não,
Qu’é coisa que não herdaram;
Do Sã’ Miguel ao Sã’ J’ão,
Trabalhos nunca faltaram.
(...)
E os frutos do seu trabalho vão das uvas aos marmelos, das castanhas às batatas, das laranjas às cerejas, dos pimentos Padron aos tomates, das cebolas às pencas...
É uma bela irmandade
De manos e de cunhados;
Exemplo de humildade
P'ra ricos e remediados.
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P’ra ricos e remediados,
Qu’ eles pobres todos são;
Às vezes andam zangados
Mas pelo dinheiro, não!
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Mas pelo dinheiro, não,
Qu’é coisa que não herdaram;
Do Sã’ Miguel ao Sã’ J’ão,
Trabalhos nunca faltaram.
(...)
E os frutos do seu trabalho vão das uvas aos marmelos, das castanhas às batatas, das laranjas às cerejas, dos pimentos Padron aos tomates, das cebolas às pencas...
Há de tudo um pouco neste cantinho da nossa terra, com vista para Montemuro, a barraggem do Carrapatelo, a linha do Douro, a paisagem de Baião do Eça de Queirós de A Cidade e as Serras... que a Quinta de Tormes é já ali ao lado, do outro lado, já no concelho de Baião.
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