
Falando com ele, hoje em Lisboa, não teve dificuldade em puxar pela memória: o motivo da conversa (e da imitação, pelo jeito dos lábios) era um passarinho que andava por ali perto, livre e feliz da vida... Que é como o meu avô da Lourinhã anda sempre... Agora um bocado mais velhote e menos livre, com os seus quase 88 anos (que vai fazer em Agosto próximo)... É o meu avô poeta e sábio, de quem gosto muito. Do avô Carneiro também tenho boas recordações, embora tenha convivido menos com ele. Falarei dele noutra altura. João Graça.
Foto: Luís Graça (2007)
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