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07 setembro 2013

Festa da Família Ferreira 2013 (17): Novos amigos...


O Miguel e a sua linda companheira, Daniela, que veio acompanhada do filho mais novo, o Hélder. 


A companheira do Miguel, que é "designer"


Ao centro, o Hélder, que adorou as brincadeiras da tia Zeza (1)


Ao centro, o Hélder, que adorou as brincadeiras da tia Zeza (2)


A Susana, a filha e o seu companheiro, Pedro, um "porreiraço", diz a Zeza (e toda a gente que com ele privou)


A São, a mulher do nosso querido violinista, o Júlio Marques Vieira: nunca nos tinha dado o prazer da sua presença nas nossas festas de família. É irmã do Quim  e da Graça. É tia, portanto, quer do Miguel quer da Susana. Pessoalmente, gostei muito de a conhecer...

Esperamos reencontrar estes novos amigos, no mínimo,  no próximo encontro. talvez daqui a um ano.

Com os amigos a adorar
Este convívio geracional,
O convite é p'ra voltar
P'ro ano, no mesmo local.

Fotos e legendas: Luís Graça (2013)

Último poste da série > 7 de setembro de 2013 > Festa da Família Ferreira 2013 (16): O primo Quim Vieira Mendes

24 abril 2012

O nosso saudoso Luís Henriques (1920-2012), um amigo de Candoz


Lourinhã > Abril de 1999 > Luís Henriques (1920-2012) e Maria da Graça (n- 1922)


1. Texto de Luís Graça, publicado no jornal Alvorada, [Lourinhã,] nº 1103, 20 de abril de 2012, p. 26

Morreu o Luís Sapateiro (1920-2012), uma figura muita popular e querida da nossa terra 





Luís Henriques, mais conhecido por Luís Sapateiro, nasceu na Lourinhã em 1920. Homem de fé, morreu no passado domingo de Páscoa, dia 8, na Atalaia, no Lar e Centro de Dia de N. Sra da Guia, onde vivia desde 2008 com a esposa, Maria da Graça. 

 Filho de Domingos Henriques e de Alvarina de Sousa, ficou órfão de mãe, aos dois anos. Viveu nos primeiros anos de infância com a nova família do pai, que casou pela terceira vez. Ao todo teve uma dúzia de irmãos. Depois de feita a 4ª classe, o seu primeiro emprego foi como marçano na loja do fotógrafo e comerciante Manuel Lourenço da Luz, pai do fotógrafo António José da Luz (Foto Luz).

Aos 13 anos, terá uma nova família de acolhimento, a do seu tio materno, Francisco de Sousa (Fofa), músico e industrial de sapataria. Aprende o ofício de sapateiro. Aos 20 anos assenta praça nas Caldas da Rainha. Entre julho de 1941 e setembro de 1943, esteve como expedicionário na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde. A saudade da terra era mitigada pela presença de diversos lourinhanenses que pertenciam à mesma unidade. Do Mindelo escreve à sua namorada, futura noiva e esposa: Maria, minha cachopa,/ Não me sais do pensamento, / Tão logo saia da tropa, /Trataremos do casamento

De regresso à Lourinhã, faz sociedade com o seu irmão Domingos Severino. Abrem a sua própria oficina de sapataria, na Rua Miguel Bombarda. Casa, entretanto, em 1946. A 29 de janeiro de 1947 nasce o seu primeiro filho, Luís. Até 1964, terá ainda mais três raparigas: Graciete, Maria do Rosário e Ana Isabel. 

Atleta amador, joga futebol e é treinador das camadas juvenis, ao mesmo tempo que participa na vida associativa das diversas coletividades da sua terra, desde o Sporting Clube Lourinhanense (SCL) até aos bombeiros, a banda de música e a misericórdia e ainda as irmandades de N. Sra dos Anjos e de São Sebastião. Quando morreu, era de há muito o sócio nº 1 do SCL, coletividade que de resto sempre o acarinhou e o homenageou, tanto em vida como na morte.

Era um bom lourinhanense, muito querido e estimado por toda a gente. Espirituoso, bem humorado, com jeito para o improviso poético, definia assim a sua terra: Lourinhã, uma vila catita, / Bonita, sem vaidade,/ tem montras como uma cidade, / Mas também ninguém nos engana: / Ao fim de semana, / Sem sol, sem bola e sem missa, / É uma terra de preguiça… 



Trabalhador por conta própria, deu trabalho a muitos sapateiros. O seu negócio teve altos e baixos. Ainda está na memória de muita gente o local da sua última oficina, na Praça Coronel António Maria Batista, nº 9. Daí também o seu desabafo, sob a forma de parlenda popular: À segunda feira [o tradicional dia de descanso dos sapateiros] , o trabalho abunda; à terça, dor de cabeça; à quarta, trabalho à farta; à quinta, dança a pelintra; à sexta, o patrão é uma besta; ao sábado, o patrão arreliado… passa-se para o outro lado! 


Foi, além disso, um bom pai e um avô carinhoso. Tinha 12 netos e 5 bisnetos. Viveu pobre e morreu pobre, mas com dignidade, vítima de doença prolongada. Escreveu um diário (cerca de 500 páginas manuscritas) entre 2008 e 2011.

Os seus familiares e amigos mais próximos lembrá-lo-ão sempre como um homem simples mas único, que irradiava alegria de viver e boa disposição. Não deixa “obra feita”, como sói dizer-se. Mas o seu exemplo de generosidade, bondade e otimismo perdura para além da morte. Para os seus filhos, netos e bisnetos, foi um privilégio tê-lo como pai e avô. Para eles, foi e será sempre o melhor pai e avô do mundo.

Uma palavra muito especial de agradecimento é devida à direção do SCL e ao pessoal do Lar e Centro de Dia de N. Sra. da Guia, na Atalaia, bem como ao médico dr.Rui Martins. Mas também aos seus parentes, amigos, conterrâneos e vizinhos que se interessaram pelo seu estado de saúde e que o acompanharam até à sua última morada na terra, incluindo os elementos do Coro Municipal da Lourinhã, Rui Mateus, Moura, Quim Zé e Ana Mateus que no cemitério cantaram para ele a famosa e sublime canção alpina Signore delle cime (do italiano Giuseppe de Marzi, 1958). 

Texto e foto: Luís Graça.

11 abril 2011

Parabéns, querida Laurucha!








Serra da Lousã > Carnaval 2011 > A Laura Fonseca... As últimas miniférias que fizemos juntos...


Fotos: © Luis Gralça (2011). Todos os direitos reservados


Viva a nossa Laura querida,
Em dia de aniversário,
Não vou contar sua vida,
Já longa como um rosário.


Já longa como um rosário,
Dos de mil e uma contas,
Com amor, paixão, calvário,
Com muitos nós, muitas pontas.

Com muitos nós, muitas pontas,
No labirinto da cidade,
Vê lá se agora encontras
O algoritmo da felicidade.

O algoritmo da felicidade
Não vem em nenhum tratado;
Deve rimar com liberdade,
Com amar e ser amado.

Com amar e ser amado,
Com ter filhos maravilhosos,
Ter uma casa, um telhado,
E amigos afectuosos.

E amigos afectuosos,
Que te queiram o teu bem,
Com netos carinhosos,
Noras e genros também.

Noras e genros também
Vêm hoje à tua festa,
Hoje és filha e és mãe,
Damos-te um beijinho… na testa!

No dia do 59º aniversário,
Os amigos de Lisboa, Lourinhã, Porto e Candoz,
Luis, Alice, Joana, João, Nitas e Gusto

12 abril 2009

Páscoa 2009 (2): Aleluia, Aleluia, Cristo Ressuscitou!

Candoz > 12 de Abril de 2009 > A visita do compasso... A casa estava cheia de familiares e amigos... Lá fora chovia... mas havia calor nos nossos corações... Este ano tivemos mais gente de Lisboa: além da Alice, do Luís e da Joana, os seus amigos Arq José Paradela, Dra. Matilde e o seu filho Jorge... (Eles ficaram encantados com a hospitalidade, a espontaneidade e a alegria da nossa gente).

Vídeo e texto: © Luís Graça (2009). Direitos reservados

01 março 2009

Adivinhem quem faz anos hoje ? O nosso Gusto, co-editor deste blogue, gestor de Candoz, 'mais que tudo' da Nitas, bom cunhado e melhor amigo

Candoz > Setembro de 2008 > Serviço é serviço, conhaque é conhaque... Nada é deixado ao acaso antes das vindimas... Nem depois... Leva tudo a sério, mas também é capaz de ser descontraído, bem humorado, afável e brincalhão...

Fotos: Luís Graça (2009)

Aqui vão uns versinhos de parabéns para o Gusto que faz hoje 62 anos ("bem passados, como o bife")... Gostava que fosse a Nitas lê-los, mais logo, ao seu "mais que tudo", no dia da sua festa, depois de saltar a rolha do espumante e de se fazer o chim-chim da praxe...

Em nome de todos nós, a família, os cunhados e as cunhadas, os sobrinhos e as sobrinhas, os amigos e as amigas, de Lisboa, do Porto, de Matosinhos, de Paredes, da Madalena, de Candoz, de todo o lado... De Lisboa, os de mais longe, aquele chicoração especial, dos cunhados Alice e Luís e dos sobrinhos Joana e João (LG):


Contra a colite ulcerosa
O doente tem que ser velhaco,
É uma doença merdosa,
Vou lixá-la com o tabaco.

Já deixara o cigarrito,
Um dos meus poucos vícios,
Agora cá o Gustito
Não lhe vê só malefícios.

A úlcera está curada,
Foi o combate de uma vida,
Uma autêntica cruzada,
Uma luta desmedida.

Se eu já me reformei,
Haja saúde e… caroço,
Trabalhei que me fartei,
Desde menino e moço.

Sou uma espécie em extinção,
O homem dos sete ofícios,
Já toquei acordeão,
Só nunca fui a... comícios.

O Porto é a minha cidade,
Mas trabalho que nem um mouro,
Em Candoz, de sociedade,
Tendo ao fundo o Rio Douro.

Só não sou um hortelão
Nem cavador de enxada,
P'lo tractor tenho paixão
E na poda sou um espada.

Estou sempre na bricolagem,
Não sou tipo de estar parado,
E, mesmo quando em viagem,
Não me ponham atrás, sentado.

Não sou lá muito efusivo
Na expressão dos sentimentos,
Se puder logo me esquivo
Quando vejo ajuntamentos.

Sempre de Dragão ao peito,
Sou treinador de bancada,
P’ró que tenho menos jeito
É a conversa fiada.

Estou mais velho, c’um carago...
Há a família que adoro,
Meus filhos Filipe e Tiago,
Mas só com a Nitas moro.

A vida é uma autoestrada
Que só tem uma saída,
Quanto mais acelerada,
Maior risco de ser mal vivida.

A Nitas vai-me aturando
Nestas longas caminhadas,
Ora gemendo e chorando,
Ora dando... umas gargalhadas.

Já lá vão sessenta e dois,
- Como o bife, bem passados -
Vivo o agora, e o depois...
Logo se vê, meus cunhados!



Quinta de Candoz > 26 de Abril de 2008 > É difícil escolher um vídeo das muitas dezenas que temos, "sem bolinhas ao canto direito" (!), sobre a nossa vida e os nossos trabalhos em Candoz... Escolhi este, apesar de tudo, por que traz imagens de três os nossos melhores trabalhadores: por ordem de entrada em cena, o Adriano, o Gusto e o Zé... É uma homenagem a eles três, e em especial ao nosso Gusto, que hoje faz anos, e que é um exemplo do homem dos sete ofícios em vias de extinção... É polivalente e flexível, dedicado e competente, qualidades que hoje se exigem aos colaboradores nas empresas: tanto trabalha ao sábado como à semana, tanto pega no tractor como na motocultivadora, tanto agarra a tesoura de poda como tecla no computador, tanto faz a escrita da sociedade como enxerta videiras, cerdeiras ou castanheiros... Ah!, e dantes tocava acordeão. Não creio que se tenha esquecido! De qualquer modo, dá-nos música a todos!... É sobretudo um bom cunhado e um melhor amigo (LG)

Texto e vídeo (3' 48''): © Luís Graça (2009). Direitos reservados

18 agosto 2008

Adivinhem quem faz anos hoje ?... A nossa Chita

Aforismos de Agosto
(a pensar em ti)


Agosto é vento,
É areia,
É sal,
Contra as pálpebras dos marinheiros
Que morreram nos teus sonhos.
Nunca deixes morrer os sonhos.
Os teus sonhos.
Nem os marinheiros de olhos azuis
E cabelos louros ao vento
Que subiam os mastros dos navios
Do teu museu do mar, imaginário.

Tu que vieste com o vento norte,
Ganhas novo fôlego e alento
E outra leveza
Ao perfazeres os dez mil passos
Diários, matinais, no areal.
Para que o corpo não crie raízes.
E a gente possa desfrutar a beleza
Da enseada de Paimogo.

O melhor de Agosto
São as esplanadas
Das pequenas terras de Portugal,
À beira mar.
Tão cheias de nadas,
Tão saloias,
Tão pimbas,
Tão belas.
Conheci-te numa delas.

Agosto são os escorpiões tatuados
Nos corpos
Das petites filles portugaises
Que voltam à terra dos avós.
Agosto são as alegrias e as vertigens
Do regresso.
Porque voltamos sempre às origens.

Os únicos que têm de vencer
São os surfistas.
Vencer a onda,
O vento,
A areia,
O sal.
Não temos que destruir para vencer.

Agosto é também
O puro desejo da mãe
Pelo filho incestuoso.
Lânguidas mamãs,
De mamas flácidas.
São focas estiradas ao sol.
São focas.
São fofas.
Como é bom também ser mamã,
E foca
E fofa
E babada.

O melhor de Agosto
É teres o dia todo
Por tua conta,
O dia, a semana, o mês.
Os dias úteis do mês.

Mas o melhor de Agosto é o teu dia.
Dezoito.
E estamos cá todos,
A apaparicar-te,
Eu, há trinta e tantos anos,
O João, há vinte e quatro.
A Nitas, o Gusto, a Glória…
E os muitos amigos
Que te adoram
E que te dão um toque de telemóvel.
A Joana não está
Mas deu sinais de vida e de amor por ti.
Deixa que os que gostam de ti,
Te apapariquem.

Luís Graça

Lourinhã,
Rua da Misericórdia, 18 de Agosto de 2008.

11 março 2008

O meu Muito Obrigado à equipa que me operou ao coração no dia16/2/2008

Aproveito este espaço para vir, publicamente, agradecer à equipa que me operou no dia 16/2/2008, no Hospital Santos Silva, de Vila Nova de Gaia, superiormente chefiada pelo Exmº Sr. Dr. Paulo Ponce, coadjuvado pelo Exmº Sr. Dr. Miguel Guerra e pela Exmª Srª Dra. Paula Fernandes (anestesista). Neste agradecimento à equipa estão incluídos mais dois elementos, enfermeiros, cujos nomes lamentavelmente não fixei mas de cujo profissionalismo e humanidade só posso dizer o melhor.


Não posso esquecer, além disso, o Exmo. Sr. Dr. Vasco que me observou, me acompanhou nos diversos exames e depois me encaminhou para o serviço de cirurgia.

Tratou-se de uma cirurgia ao coração para substituição da válvula mitral por uma prótese biológica. Tudo correu às mil maravilhas. Eu ajudei com a minha boa disposição, mas todo o sucesso da operação é mérito da competência e empenhamento desta fantástica equipa que me devolveu a saúde e a alegria de viver.

Nesta ocasião, eu pensei neles todos, em todos os que me ajudaram a superar o meu problema de saúde, a equipa que me operou, a minha querida família, a minha mulher e os meus filhos, genros e netos, toda a de mais família e os todos os meus amigos, que sempre me apoiaram, dedicando-lhes estas singelas palavras:

"Todos os dias nos devemos vestir com a gravata da alegria e o fato do sorriso, num corpo sempre banal, para a festa da vida, e que a simplicidade e a felicidade sejam jóias para adornar a elegância da nossa alma".

"Se ajudarmos a resolver os problemas dos outros, resolvemos melhor os nossos.

"Sofro quando vejo que o meu nada é o tudo que tenho para deixar aos outros e dar a Deus. Por que Deus não precisa de nada. Não precisa sequer de ser defendido. Apenas quer ser respeitado por todos e amado por aqueles que o quiserem".


Bem hajam todos!

Não sou Aleixo nem Pessoa
Nem tão pouco Camões,
Graças aos cardiologistas
Que reparam corações!


Joaquim Vieira Marques Barbosa

Padrão da Légua - Matosinhos

22 dezembro 2007

Neste Natal tornem o mundo mais bonito, com o vosso sorriso (Alice)



Ilustração: © Joana Graça (2006)


Neste Natal tornem o mundo mais bonito
com o vosso sorriso,
com as vossas gargalhadas,
com as as vossas emoções à flor da pele…


Minhas amigas, meus amigos:


Não é fácil
não cair nos chavões
repetidos até exaustão,
nesta época:
paz, amor, amizade, alegria, solidariedade, blá-blá-blá…
Mas por outro lado
também é insuportável o silêncio.
Mesmo que haja excessivo ruído
nestes dias que antecedem o Natal,
é nos difícil não-comunicar.
Queremos dizer aos amigos/as que estamos vivos/as,
sentir que eles/elas estão vivos/as.
É talvez a altura do ano
em que a solidão dói mais, custa mais.

Por isso hesitei
entre a palavra e o silêncio.
Os/as amigos/as também se entendem
através do silêncio,
também sabem deixar espaços
para que a amizade se construa
no silêncio das noites
e dos dias
em que não damos sinais de vida uns aos outros.

Gosto da ideia
de que o Natal deveria ser todos os dias.
Mas, por outro lado, recuo
ante a perspectiva
de 365 dias de felicidade,
de mares, de desertos, de lagos de felicidade,
365 felizes todos seguidos,
sem um dia de discórdia,
de conflitos,
de chatices,
de problemas,
de incidentes,
de pequenos altos e baixos…
Bolas, nem um pouco de adrenalina,
como aquela que experimentámos,
muitas vezes,
no início das nossas acções de formação…

Seria bom
que nos organizássemos
nesse sentido,
de virmos a ter Natal todos os dias.
não no calendário,
mas em nós mesmos,
nos nossos corpos e almas,
nas nossas casas, colmeias, empresas, cidades, países, mundos…

Dito isto,
hesitei entre o silêncio
e a palavra,
mas mais forte é o apelo
dos sons, dos tons e das cores
da amizade
neste princípio de Inverno de 2007,
na despedida de mais um ano,
em que inexoravelmente somos mais velhos/as…

Minhas amigas, meus amigos:

Não foi um ano fácil
para alguns/algumas de nós,
sobretudo para aqueles/as
que cortaram o cordão umbilical
com o seu local de trabalho,
chegados/as ao fim da sua caminhada profissional.


É a pensar em vocês,
queridos/as amigos/as,
para quem o ano de 2007 não foi pai nem mãe,
mas padrasto e madrasta,
que daqui envio uma palavra
doce,
quente,
amiga,
solidária,
positiva,
fofa,
calorosa,
feliz…

Tornem as vossas vidas
e o nosso mundo mais bonitos
com o vosso sorriso,
com as vossas gargalhadas,
com as vossas emoções à flor da pele…

A Vossa Alice,
de sempre (às vezes, mais poético-sentimental)