05 novembro 2007

Festa dos 50 anos do Eduardo

No Domingo, 04 de Novembro de 2007, realizou-se em Candoz o almoço comemorativo do cinquentenário do Eduardo (genro da Rosa e do Quim).

Esta festa de arromba, teve o seu início na noite de Sábado para Domingo com a execução de uma peça teatral subordinada ao tema “Como estamos ao completar 50 anos” com a participação da mulher (Zézinha) do homenageado, as tias Nita, Graça, Mi, Teresa e a amiga Luisa e que por ausência de luz suficiente não permitiu documentar com fotografias.

No Domingo já com a presença da irmã (Preciosa) dos 3 irmãos (João, Jorge e Henrique) e as respectivas caras-metade, bem como a restante família (filhos, sogros, cunhados, sobrinhos, tios, primos e alguns amigos) teve lugar o respectivo almoço de homenagem bem servido por amáveis empregadas (Zézinha, Nita, Graça, Mi, Luísa) devidamente trajadas.

Festa simples mas que serviu não só para juntar os 5 irmãos que poucas vezes conseguem tempo e disponibilidade para confraternizar em família, mas também para todos prestarmos uma sincera homenagem a quem ao longo destes 50 anos tem sempre cumprido com a mais alta distinção o seu papel de marido, pai, irmão e amigo.

Mais uma vez, todos, lhe expressamos os nossos parabéns e lhe desejamos as maiores felicidades na companhia de todos os que lhe são queridos.



O Eduardo assistindo á peça teatral.




A entrada das actrizes para a execução da peça teatral.




O Eduardo actualizando-se enquanto aguardava a chegada dos convivas.




A chegada dos convidados.



Mais convidados.




A entrada das empregadas para servir o almoço.


Um aspecto da mesa.



Outro aspecto da mesa.



Os convivas preparando-se para o ataque.

Cavaqueando enquanto os bolos são servidos.


Conversa animada com a intervenção duma empregada (Zézinha).


Outro aspecto da mesa.


O repasto aproximava-se da hora do café e dos digestivos.



O Eduardo exibindo a medalha do F.C.P oferecida pelos irmãos.



Preparação para o momento alto! Apagar as 50 velas!



Os irmãos! João, Eduardo, Preciosa, Jorge e Henrique.



A fila para os abraços de parabéns.


Esperando pela abertura do "Champanhe".


O Eduardo com os "Séniors", os cinquentões e ...



O Eduardo mais os "Júniors". Os que precisam de pedalar muito para chegar aos 50.



O Eduardo com os filhos e sobrinhos.



Uma família feliz! João, Eduardo, Catarina e Zézinha.

Texto e legendaa: AS

Fotos: Augusto Soares (2007). Direitos reservados.

22 outubro 2007

Comemoração dos 45 anos do casamento da Rosa e do Quim.

No Sábado, 20 de Outubro de 2007, comemorou-se em Candoz o 45º aniversário do casamento da Rosa e do Quim.

Com a presença de dois (Zezinha e Cristina) dos quatro filhos, genros, alguns netos, cunhados, sobrinhos (Filipe e Tiago) e alguns amigos, serviu-se um lauto almoço onde, como seria de esperar, não faltou o tradicional anho assado.

Esperamos todos que daqui a 5 anos se comemorem as Bodas de Ouro, aí sim, já com a presença de todos os familiares - que agora, ou por doença ou afazeres profissionais, não puderam estar presentes - e amigos mais íntimos. E então, porque a família é grande e os amigos são muitos, teremos certamente não 1 mas 3 anhos assados, uma vitela inteira, 2 porcos no espeto, 10 galinhas caseiras e... muito mais...

Nesta pequena comemoração não houve lugar a qualquer poema especial dedicado a tal acontecimento dado o ”bloggueiro” e poeta de serviço (o nosso Luís) não ter podido estar presente. (AS)



Casamento da Rosa e do Quim em 20 de Outubro de 1962



O Quim com o ramo de flores oferecido pelos filhos.



Quim e Rosa.


Quim, Cristina, Zézinha, Ana, Mi, Teresa, D.Olinda, Miguel e João



João, Eduardo, Zé e Manuel




D. Olinda, Nuno, Catarina, Miguel, Francisco e João


Tiago, Gusto, Quim e Filipe



Rosa, Zézinha, Teresa, D. Helena e D. Olinda




Ana, Quim, Rosa, Zezinha, Teresa, D. Helena e D. Olinda



Fotos: Augusto Soares (2007). Direitos reservados.

07 outubro 2007

Gente da nossa terra (1): Manuel Carneiro, do Juncal,director do Rancho Folclórico da Associação Juvenil de Paredes de Viadores

Reproduzido, com a devida vénia, do blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné > 7 de Outubro de 2007 > Guiné 63/74 - P2163: Estórias de vida (7): Manuel Carneiro, 55 anos, director de rancho folclórico, ex-pára-quedista da CCP 121 / BCP 12 (Luís Graça)





Rancho Folclórico da Associação Juvenil de Paredes de Viadores > Actuação na festa de São Romão > Adro da igreja de Paredes de Viadores > 2 de Setembro de 2007 > Danças tradicionais do Douro Litoral. Rancho fundado em 1997. Actual director: Manuel Carneiro, 55 anos, residente no Juncal, reformado da CP, ex-pára-quedista (Guiné, CCP 121 / BCP 12, 1972/74)

Vídeo: Alojado em You Tube > Nhabijoes. © Luís Graça (2007). Direitos reservados.



Marco de Canaveses > Paredes de Viadores > 2 de Setembro de 2007 > Romaria de São Romão > Procissão > A imagem de São Romão, orago da freguesia. Foi aqui que conheci o Mamuel Carneiro.

Foto:© Luís Graça (2007). Direitos reservados.


Manuel Carneiro, director do Rancho Folclóiuco da Associação Juvenil de Paredes de Viadores, ex-pára-quedista...

Foto:© Luís Graça (2007). Direitos reservados.


Costuma-se dizer que o mundo é pequeno quando encontramos alguém, em circunstâncias, inesperadas ou insólitas. Alguém que já não vemos há muito, alguém de quem ouvimos falar mas que não conhecemos, enfim, alguém que gostaríamos de (re)encontrar.

Foi o que aconteceu com o Manuel Carneiro, ex-pára-quedista da CCP 121, BCP 12, que esteve na Guiné entre 1972 e 1974. Quem, primeiro, me falou do Manuel Carneiro foi o Victor Tavares, à mesa do Restaurante Vidal, em Aguada de Cima, Águeda, em 2 de Março último, tendo a nosso lado o Paulo Santiago, que jogava em casa (1)…

Como emtão tive ocasião de escrever, o Victor é um digno representante dessa escola de virtudes humanas e militares que foram (e são) os pára-quedistas. Ele foi sobretudo um valoroso elemento da CCP 121 /BCP 12 que, na Guiné, entre 1972 e 1974, sofreu nove baixas mortais: seis na Operação Pato Azul (Gampará, Março de 1972) e três na valorosa 5ª coluna que, entre 23 e 29 de Maio de 1973, rompeu o cerco a Guidaje. Estes espisódios já aqui foram evocados pelo Victor, com dramatismo, autenticidade e rigor (2).

Foi nesssa ocasião, na véspera de ele partir para a Guiné-Bissau, em missão de reconhecimento das campas dos seus três camaradas pára-quedistas que morreram em Guidaje, em Maio de 1973, que eu conheci pessoalmente o Victor.

Ele acabava de aceitar o convite e o desafio feitos pelo jornalista Jorge Araújo que estava a fazer um trabalho de reportagem para a TVI. O Victor aceitou voltar a Guidaje, com sentido de missão, com humildade, com naturalidade (e sem se queixar do prejuízo que esses cinco dias iriam representar para a sua vida familiar e profissional, ele que é um honesto trabalhador independente, além de presidente da junta da sua freguesia)...

À mesa, na conversa que com ele tive, ao almoço, deu também para perceber que ele é também um grande homem, um grande português e um grande camarada, que foi um notável operacional mas que não se envaidecia pelo seu brilhante currículo como combatente e pelo facto de ainda hoje privar com os seus antigos oficiais, incluindo aquele que foi seu comandante e que atingiu o posto de major-general (se não erro, Bação da Costa Lemos, hoje na reforma), posto esse que é dificilmente alcançável entre as tropas pára-quedistas...

O Victor foi e continua a ser muito respeitado pela família pára-quedista, camaradas e superiores hierárquicos... A sua presença, na nossa Tabanca Grande, também nos honra, sobretudo pela sua grande experiência, camaragem e lealdade.

Foi também nessa ocasião que eu vim a saber que um grande camarada e amigo do Victor foi um tal Manuel Carneiro, conterrâneo da minha mulher, Maria Alice Ferreira Carneiro, natural de Paredes de Viadores, concelho do Marco de Canaveses… Não têm qualquer parentesco entre si, apesar do apelido Carneiro…

No dia 2 de Setembro de 2007, seis meses depois, acabo por conhecer o Manuel Carneiro. Estava eu a acabar as minhas férias de Verão, passando os útimos dias na pacadez e frescura de Candoz, com vista para a albufeira da barragem do Carrapatelo… No dia 2 era a festa do São Romão, orago da freguesia, Paredes de Viadores. Por volta das 16h, decidimos ir dar uma volta até ao sítio onde se realizava a festa do São Romão que não se compara, nem de longe nem de perto, com a grande festa anual da freguesia e do concelho, que é a Senhora do Socorro, na última semana do mês de Junho de cada ano…

São Romão resume-se, em boa verdade, a um pequena procissão e pouco mais. Mas nesse dia actuava o Rancho Folclórico da Associação Juvebil de Paredes de Viadoires…. Assiti a (e filmei) a segunda parte deste simpático e jovem rancho, fundado em 1997. No final, entendi dever dar uma palavrinha reconhecimento e de estímulo ao respectivo director, que eu não sabia quem era…

Levaram-me até ele e, qual não é a minha surpresa, quando lá chegado ele dispara, rápido, a seguinte exclamação:
- Mas é o Dr. Luís Graça!
- Já nos conhecemos de algum lado ?
- Do blogue, pois, claro! Do blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné! Sou camarada do Victor Tavares, pára-quedista da 121…
- Podes então dispensar o doutor… Dá-me cá um abraço, que os camaradas da Guiné tratam-se todos por tu!

Fiquei então a saber que o Manuel Carneiro, de 55 anos, pai de três filhas, era nosso vizinho, conhecia muito bem a família da minha mulher, os Carneiro de Candoz, que era refomado da CP, que residia no Juncal, mesmo junto à estação do Juncal (Linha do Douro, entre Marco de Canavese e Mosteiro) e que assumira há pouco tempo funções de director do Rancho Folclórico da Associação Juvenil de Paredes de Viadores…

A conversa inevitavelemte foi parar ao blogue, à Guiné e aos pára-quedistas. O Manuel Carneiro está amiúdas vezes com o Victor, nos convívios periódicos da Companhia (CCP 121) e do Batalhão (BCP 12). Prometi-lhe apadrinhar a sua entrada na nossa Tabanca Grande. Disse-me que ainda não tinha email mas que ía com frequência visitar o nosso blogue, a partir do computador da filha mais nova…

Prometi-lhe também divulgar o rancho por quem ele tem muito amor e a que dedica um boa parte do seu tempo, tanto no nosso blogue como no blogue da família, a Nossa Quinta de Candoz… Aqui fica, hoje, e com o atraso de mais de um mês, uma parte do prometido… A voz que se ouve no vídeo (no início deste post), é do Manuel Carneiro a quem eu saúdo, como novo membro da nossa tertúlia.

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Notas de L.G.:

(1) Vd. post de 8 de Março de 2007 >Guiné 63/74 - P1573: O Victor Tavares, da CCP 121, a caminho de Guidaje, com uma equipa da TVI (Luís Graça)

(2) Vd. posts de:

25 de Outubro de 2006 > Guiné 63/74 - P1212: Guidaje, de má memória para os paraquedistas (Victor Tavares, CCP 121) (1): A morte do Lourenço, do Victoriano e do Peixoto

9 de Novembro de 2006 > Guiné 63/74 - P1260: Guidaje, de má memória para os paraquedistas (Victor Tavares, CCP 121) (2): o dia mais triste da minha vida

21 de Fevereiro de 2007 > Guiné 63/74 - P1540: Os paraquedistas também choram: Operação Pato Azul ou a tragédia de Gamparà (Victor Tavares, CCP 121)

03 outubro 2007

Para a história da nossa terra (3): alguns dados de caracterização da freguesia de Paredes de Viadores

Marco de Canaveses > Paredes de Viadores > 2 de Setembro de 2007 > Romaria de São Romão > Procissão > A imagem de São Romão, orago da freguesia.

Foto:© Luís Graça (2007). Direitos reservados.



A nossa freguesia tem São Romão como orago. Cobre uma área de menos de 9 km2, e a população não ultrapassa os 1200 habitantes. A densidade populacional é de 133 hab / 1 km2. A grande festa anual é a do Senhora do Socorro (no último fim de semana de Julho).

Eis algumas notas tiradas do sítio da Câmara Municipal do Marco de Canaveses sobre a nossa terra:

(i) Paredes e Viadores são os mais importantes lugares desta freguesia.

(ii) O topónimo, antigo, resulta exactamente da junção destas designações.

(iii) Em 1070, surge uma referência à villa paretes [, em latim , no tempo dos romanos, vila queria dizer quinta importante de um senhor].
(iv) Nas inquirições de 1258, há referência à parrochia de paredes veadores.

(v) A paróquia era uma abadia da apresentação do Convento de Vila Boa do Bispo.
(vi) Pertencia ao concelho de Bem-Viver, com sede em Sande, concelho esse que foi extinto em meados do séc. XIX.´

(vii) Atravessam a freguesia três ribeiros, o de Paredes, o de Gebre e o de Gromau.

(viii) A 6 km, encontra-se o rio Douro. [ Da nossa quinta vê-se a albufeira da barragem do Carrapatelo].

(ix) A fertilidade dos seus terrenos é a consequência desta realidade.

(x) Na agricultura, trabalham ainda cerca de duas centenas de pessoas, mas muitas delas ocupam-se dos terrenos apenas para autoconsumo.

(xi) Vinho, milho e produtos hortícolas são as principais culturas.

(xii) Quanto à indústria, não existe nenhuma fábrica na povoação.

(xiii) É uma das razões da existência de desemprego, cuja taxa é de 3%.

(xiv) Geralmente, estes desempregados têm mais de 40 anos.

(xv) Não admira pois que exista emigração [, sobretudo para países como a França e a Alemanha desde os anos 60; e antes disso, ia-se para o Brasil].

(xvi) Hoje há bastantes jovens a trabalhar na construção civil (no nosso país e fora: Espanha, Luxemburgo, Suíça...) [ acrescentamos nós, de acordo com o conhecimento empírico que vamos tendo a realidade socioeconómica da freguesia].

18 setembro 2007

Para a história da nossa terra (2): Fotos antigas

O típico carro de bois, usado nos trabalhos agrícolas...

A família camponesa de 70 anos atrás...

A vindima...


Os tocadores que animavam bailes e romarias...



Paredes de Viadores, Capela da Senhora do Socorro...


Marco de Canaveses, vila e sede de concelho nos anos 40: uma nova avenida


Fonte: AGUIAR, P. M. Vieira de - Descrição Histórica, Corográfica e Folclórica de Marco de Canaveses. Porto: Esc Tip Oficina de S. José. 1947.

(Com a devida vénia).

16 setembro 2007

Para a história da nossa terra (1): Paredes de Viadores (S. Romão) no pós-guerra










Fonte: AGUIAR, P. M. Vieira de - Descrição Histórica, Corográfica e Folclórica de Marco de Canaveses. Porto: Esc Tip Oficina de S. José. 1947. pp. 241-246.


Este livro de cerca de 440 páginas foi escrito no pós-guerra por um irmão do Padre Agostinho, que foi pároco da nossa freguesia, e andou na escola com o nosso pai e sogro José Carneiro.

O livro tem algum interesse documental, incluindo as imagens que nele se publicam. Infelizmente a cópia que nos chegou às mãos, está em muito mau estado. Reproduzimos hoje as páginas respeitantes à nossa freguesia (pp. 241-246).

Ficamos, por exemplo, a saber que em meados do Séc. XVIII (1767), esta freguesia (que pertencia ao extinto concelho de Bem Viver, com sede em Sande) tinha 220 fogos... No pós-guerra, contava 337 fogos, com 1375 habitantes.

Já na altura era afamada a romaria à Senhora do Socorro, que no entanto tinha entrado em decadência, possivelmente devido às dificuldades relacionadas com a II Guerra Mundial (carestia de vida, racionamento...). A origem da ermida é antiquíssima. Já no Séc. XVII é referido o seu estado de abandono.

Ficamos também a saber que a igreja paroquial, em granito, está a 352 metros de altitude. O lugar de Candós, por sua vez, está a 246 metros. Na época a freguesia possuía um engenho de linho e 14 moinhos (azenhas).

É referida a existência do cruzeiro, erguido em "sítio ermo" entre os Becos e Passinhos, em 1940, comemorativo do duplo centenário. Obra portanto do Estado Novo.

É interessante notar o registo das pessoas de maior distinção da freguesia. Entre os proprietários, encontra-se o José Carneiro.

12 setembro 2007

Há fogo no Grilo... mas desta vez o helicóptero chegou a tempo!



O Grilo, freguesia do Concelho de Baião, visto de Candoz, freguesia de Paredes de Viadores, concelho de Marco de Canaveses, do outro lado do vale (que este ano estava verde) >

4 de Setembro de 2007. Meio da tarde. Início de um foco de incêndio, provocado mais um a vez, como tudo indica, por queimadas feitas ilegalmente... Felizmente que o helicóptero veio de depresssa e, depois de se abastecer duas ou três vezes na barragem do Carrapatelo, despejou água suficiente para apagar o incêndio... Felizmente que este ano foi calmo na nossa região, em matéria de incêndios florestais... O mesmo não aconteceu há dois anos em que o fotógrafo teve de 'virar' bombeiro...

Em épocas festivas (por exemplo, na Páscoa), sentamo-nos no nosso anfiteatro natural, à noite, para assistir ao belíssimo fogo de artifício que as freguesias vizinhas (o Grilo incluído) costumam deitar tradicionalmente. O fogo do Grilo é sempre um dos fortes candidatos à atribuição do prémio do Melhor Fogo Visto de Candoz... (LG).

Fotos: © Luís Graça (2007). Direitos reservados.

08 agosto 2007

A nossa Mi (1): Março de 2007, a semear batatas





Candoz > 3 de Março de 2007 > A plantação da batata > A Mi (como é conhecida a Maria, nossa cunhada, casada com o Manel) é uma das pérolas de Candoz... Ei-la aqui, na serviçada das batatas...

Legenda: Maria Alice

Fotos: © Luís Graça (2007). Direitos reservados.